Compositor: Olivia Ruiz, Mathias Malzieu, Dyonisos
Oh, minha doce dama
Seus lábios são como um pássaro
Quão selvagem é o morango
Que substitui a sua língua?
É a suavidade
De seus beijinhos
Que dá a minha boca
O gosto de açúcar
Doce, doce, doce dama
Me deixa lamber sua pena
Para sempre e sempre, sem nunca parar
Mesmo que me doa o dente
Deixe, deixe, deixe-me, meu gatinho
Deixe-me comer teus lábios
Por agora e pelo amanhã
Falarão os deuses
Quão talentoso eu serei
Se eu te mantiver por perto
Um homem quebrado como eu
Não costuma ser bom para formar famílias
O talento eu terei se conseguir te seduzir
Se eu te fizer uma serenata
Sem te envergonhar
Doce, doce, doce dama
Me deixa lamber sua pena
Para sempre e sempre, sem nunca parar
Mesmo que me doa o dente
Deixe, deixe, deixe-me, meu gatinho
Deixe-me comer teus lábios
Por agora e pelo amanhã
Falarão os deuses
Oh, minha doce dama
Se você nunca acreditar em mim
Eu nunca acreditarei em mim
Mim
Nunca, jamais
Por favor, acredite em mim
Minha doce dama